Ô, Crônica dos Infernos 2: O Retorno de Cataqumba
E não é que eu encontrei a madame Cataqumba de novo?
- Ô, madame! Como é que tem tão pouca gente aqui?
- Não é isso, não. É que aqui não tem uma coisa que vocês costumavam chamar de tempo-espaço. Por isso as coisas são assim, meio confusas. Mas nem chega tanta gente assim, não. Isso porque tem um pra cada bairro. O problema é que ninguém vai embora. Por isso tá sempre cheio.
- E quantos são no total?
- Ih! Ninguém aqui tem paciência pra contar isso tudo. Aqui todo mundo é assim mesmo.
- E você não se cança, não?
- É. Apesar de divertido, é cansativo. Sabia que os favoritos do fedentino têm boiada? Ficam de baixo de bairro rico.
- E isso é bom porque?
- Bairro rico tem um a mais, pra dar conta da demanda.
- Ô, madame! Como é que tem tão pouca gente aqui?
- Não é isso, não. É que aqui não tem uma coisa que vocês costumavam chamar de tempo-espaço. Por isso as coisas são assim, meio confusas. Mas nem chega tanta gente assim, não. Isso porque tem um pra cada bairro. O problema é que ninguém vai embora. Por isso tá sempre cheio.
- E quantos são no total?
- Ih! Ninguém aqui tem paciência pra contar isso tudo. Aqui todo mundo é assim mesmo.
- E você não se cança, não?
- É. Apesar de divertido, é cansativo. Sabia que os favoritos do fedentino têm boiada? Ficam de baixo de bairro rico.
- E isso é bom porque?
- Bairro rico tem um a mais, pra dar conta da demanda.

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